Blog da Cristina Oliveira


16/05/2012


MACACO E BANANA

“E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”(Romanos 12:2)

A historia é muito antiga, mas não menos curiosa. Algumas tribos africanas utilizam um engenhoso método para capturar macacos. Como estes são muito espertos e vivem saltando nos galhos mais altos das árvores, os nativos desenvolveram o seguinte sistema: Pegam uma cumbuca de boca estreita; Em seguida, amarram-na ao tronco de uma árvore freqüentada por macacos, afastam-se e esperam. Após isso um macaco curioso desce; Enfia a mão. Apanha a fruta, mas como a boca do recipiente é muito estreita, ele não consegue retirar a banana. Surge um dilema: se largar a banana sua mão sai e ele pode ir embora livremente; caso contrário, continua preso na armadilha. Depois de um tempo, os nativos voltam e, tranqüilamente, capturam os macacos que teimosamente se recusam a largar as bananas. O final é meio trágico, pois os macacos são capturados para servirem de alimento. Você deve estar achando inacreditável o grau de estupidez dos macacos, não é? Afinal, basta largar a banana e ficar livre do destino de ir para a panela. Fácil demais... O detalhe deve estar na importância exagerada que o macaco atribui à banana. Ela já está ali, na sua mão… Parece ser uma insanidade largá-la. Essa história é engraçada, porque muitas vezes, fazemos exatamente como os macacos. Você nunca conheceu alguém que está totalmente insatisfeito com o emprego, mas insiste em permanecer mesmo sabendo que está cultivando um infarto? Ou alguém que não está satisfeito com o que faz, e ainda assim faz apenas pelo dinheiro? Ou pessoas infelizes por causa de decisões antigas, que adiam um novo caminho que poderia trazer de volta a alegria de viver? A vida é preciosa demais para trocarmos por uma banana? Que apesar de estar na nossa mão, pode levar-nos direto a panela.

Escrito por cristinaoliveira às 08h57
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A QUEM ORAR?

Há vários anos passados, uma senhora que vivia uma vida esplêndida, gastando vultosas somas em trajes finos e em festas, sem nunca pensar na existência e soberania de Deus, decidiu esbanjar um pouco mais da sua fortuna, empreendendo longa viagem marítima. Confortavelmente instalada na melhor classe de um luxuoso transatlântico, desfrutando de todas as atenções e de todos os entretenimentos que a sua fortuna lhe permitia gozar, os dias passavam céleres. Após aproximadamente duas semanas de viagem em alto-mar, ela abordou um marujo que passava, indagando com certo interesse: - Quanto tempo ainda vai demorar para chegarmos ao destino? - Se Deus quiser, em cinco ou seis dias chegaremos ao final da viagem, senhora – foi a resposta delicada e concisa do marujo. - Se Deus quiser… Que frase mais tola! – retorquiu a passageira com ironia e desprezo. – Onde está Deus? Não o vejo em nenhum lugar! O universo é todo governado pela lei do acaso, pela sorte; tudo acontece assim naturalmente, meu rapaz! No dia seguinte, desencadeou-se uma violenta tempestade, colocando em sério perigo aquela gigantesca embarcação com todas as vidas que ali se encontravam. Enquanto a tempestade rugia furiosamente, a opulenta dama, tomada de pânico e de incertezas, permanecia em seu camarote. A quem recorrer naquelas horas de aflição, se não havia cultivado fé e nem confiança em Deus? Estava angustiada… De repente, ela avistou o mesmo marujo que passava apressado junto ao seu camarote. Chamou-o outra vez e indagou quase desesperada: - O senhor também está preocupado com a situação? O que acha dela? Esta tempestade ainda assolará por muito tempo ou passará logo? - Pelo que tudo indica, e também baseado em experiências passadas, tudo leva a crer que a tempestade ainda permanecerá por mais algumas horas… - Então, por favor, ore para que não venhamos a perecer – suplicou a mulher ao marujo, toda trêmula de pavor. Esse, com uma calma significativa, apesar de apressado, indagou: - A quem devo eu orar, minha senhora? A lei do acaso ou à simples sorte? Quantos zombadores atrevidos se têm acovardado diante das inevitáveis tempestades que açoitam as suas vidas. É fácil revelar descrença na força Divina, quando tudo vai bem. Todavia, nos momentos de agruras, inseguranças e sofrimentos, há sempre um vislumbre de Deus como o Criador, Sustentador e Dominador da sua obra majestosa!!!!

Escrito por cristinaoliveira às 08h55
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JESUS É SEU MELHOR AMIGO…

Um pastor passeava pela sua igreja, ao meio-dia, quando decidiu fazer uma pausa e observar do altar as pessoas que entravam para orar. Em seguida, a porta se abriu e um homem adentrou pelo corredor central, o pastor franziu a testa enquanto o olhava e notava que não se barbeava há algum tempo. Sua camisa estava esfarrapada e o casaco que usava estava bastante surrado. O homem se ajoelhou, inclinou sua cabeça, depois então se levantou e foi embora. Nos dias seguintes, sempre ao meio-dia, a mesma rotina se repetia. Cada vez que se ajoelhava por alguns instantes, deixava de lado a marmita com o seu almoço. Bem, a curiosidade do pastor crescia, e também um receio de que fosse um assaltante, então decidiu aproximar-se dele e lhe perguntar: - O que faz aqui? O velho homem disse que trabalhava numa fábrica em um outro bairro da cidade. O almoço havia sido à meia hora atrás e ele reservava o tempo restante para orar, e assim encontrar força e poder para enfrentar as labutas da vida. - E fico apenas alguns momentos, entende? Porque a fábrica fica muito longe daqui; enquanto estou aqui ajoelhado conversando com o Senhor, é como se Lhe dissesse: “Eu vim novamente aqui, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e o  Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar, mas eu penso em você todos os dias. Assim, Jesus, hoje estou aqui, só checando. O pastor, sentindo-se um tolo, disse a Jim que estava tudo bem. Ele disse ao homem que ele era bem-vindo e poderia vir à igreja e orar sempre que desejasse. - É hora de ir – disse Jim sorrindo. Agradeceu e dirigiu-se apressadamente para a porta. O pastor se ajoelhou diante do altar, como nunca havia feito antes. Seu frio coração se derreteu, aquecido pelo amor, e ali teve um encontro com Jesus. Enquanto lágrimas escorriam por seu rosto, em seu coração, ele repetiu a oração do velho Jim: - Eu vim novamente aqui, Senhor, pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar, mas penso em você todos os dias. Assim, Jesus, hoje aqui estou eu, só checando. Um dia, quando passou o meio-dia, o pastor notou que o velho Jim não havia vindo. Percebendo que sua ausência se estendeu pelos dias seguintes, começou a ficar um pouco preocupado. Na fábrica, perguntou por ele, descobrindo que estava enfermo. A enfermaria do hospital estava cheia, mas arrumaram uma vaga para ele. Durante a semana em que Jim esteve com eles, mudou a rotina da enfermaria. Seu sorriso e sua alegria eram contagiantes. Divertir e alegrar as pessoas era o seu prêmio. A chefe das enfermeiras, contudo, não pôde entender porque um homem tão gentil e simpático como Jim não recebia flores, telefonemas ou cartões de amigos ou parentes, nem mesmo a visita de alguém. Ao encontrá-lo, o pastor se colocou ao lado de sua cama, quando Jim ouviu o comentário da enfermeira: - Nenhum amigo veio pra mostrar que se importa com ele. Ele não deve ter ninguém com quem contar. Parecendo surpreso, o velho Jim virou-se para o pastor e disse com um largo sorriso: - A enfermeira está enganada, ela não sabe, mas durante todos os dias em que estive aqui, ao meio-dia Ele está aqui, um querido Amigo meu, que Se senta bem junto a mim, segura a minha mão, se inclina em minha direção e me diz: “Eu vim só pra lhe dizer, Jim, quão feliz eu sou desde que nos tornamos amigos e eu o livrei de seus pecados. Eu amo ouví-lo quando você ora e penso em você todos os dias. Assim, estou hoje aqui, Jim, só checando”. Que você possa sentir Deus segurando-lhe com a palma de Suas mãos! Jesus disse, “Se vós tens vergonha de mim, também me envergonharei de vós diante do meu Pai.” Jesus é sempre O melhor amigo!!!!

Escrito por cristinaoliveira às 08h53
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O VESTIDO AZUL

Num bairro pobre, de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Ela freqüentava a escola local. Sua mãe na tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja, suas roupas eram muito velhas e maltratadas. O professor ficou penalizado com a situação da menina; como é que uma menina tão bonita pode vir para a escola tão mal arrumada? Separou algum dinheiro do seu e, embora com dificuldades, resolveu lhe comprar um vestido novo. Ela ficou linda no vestido azul. Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola, por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos e cortar suas unhas. Quando acabou a semana, o pai falou: – mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você ajeitar a casa? Nas horas vagas eu vou dar uma pintura nas paredes, consertar a cerca e plantar um jardim. Logo mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e o cuidado em todos os detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em casas feias e resolveram também arrumar suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade. Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado. Um religioso acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários no bairro. A rua do bairro e lama foi substituída por asfalto a calçadas de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania. E tudo começou com um vestido azul. Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia, deu a sua parte, fez o primeiro movimento que acabou fazendo que outras pessoas se motivassem a lutar por melhorias. Será que cada um de nós está fazendo a sua parte no lugar em que vivemos? Por acaso somos daqueles que somente apontamos os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e a violência do trânsito? Se formos, sigamos o exemplo do professor e lembremos que é difícil mudar o estado total das coisas. Que é difícil limpar toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada. É difícil construir um bairro, mas é possível dar um VESTIDO AZUL.

Escrito por cristinaoliveira às 08h51
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PREGAÇÃO SEM PALAVRAS

“Para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos  de Deus imaculados no meio de uma geração corrupta e  perversa, entre a  qual  resplandeceis  como  luminares  no mundo.” (Filipenses 2:15)

Anos atrás, um famoso advogado Americano, bastante cético e grande conferencista contra o Cristianismo, compareceu a uma igreja e, procurando os líderes disse que desejava tornar-se membro da mesma. Diante dos oficiais da igreja, testemunhou de maneira empolgada sobre sua fé em  Cristo.  Mostrando-se espantado, o pastor lhe perguntou o motivo de tão grande transformação, pois o conhecia como um grande adversário da igreja do Senhor. O advogado citou  um  certo  juiz,  como responsável por sua conversão. Disse ele: “Eu via em  seu rosto algo que eu não podia compreender. Era uma luz, ou uma paz,  ou  algo  intangível  mas  muito  real.  Nós    jamais conversamos sobre coisas religiosas, mas seu  resplendor  me impressionou tremendamente.  Eu  estudei  seu  rosto  com  a determinação que estudo todas as evidências em meu trabalho, e a conclusão que cheguei foi que o  motivo  de  tão  grande fulgor era sua fé em Cristo. E foi exatamente  isto que  me convenceu da verdade do Cristianismo.” De que necessitamos para  que  sejamos  reconhecidos  como grandes pregadores a serviço de  Deus?  Que cursos podemos fazer para que a nossa palavra  seja  poderosa  a  ponto  de convencer os pecadores e transformar os corações mais  duros e incrédulos em testemunhas  vivas  e  dedicadas  ao  Senhor Jesus? Há, realmente, muitas formas de  nos  prepararmos  para  o trabalho do Senhor, e a melhor delas é a  leitura  constante da Palavra de Deus. Com o bom conhecimento das Escrituras, poderemos falar com mais ousadia e convicção das bênçãos advindas de uma vida com Cristo. Mas nenhuma pregação é mais poderosa e convincente do que aquela que se faz sem palavras. Uma vida santa e colocada no altar de Deus, alicerçada na oração e dirigida pelo Espírito Santo produz muito mais frutos do que dezenas de sermões eloqüentes e vibrantes. Nada pode falar mais profundamente a um coração incrédulo do que uma vida serena e tranqüila refletindo o brilho e a paz de nosso Senhor Jesus Cristo.

Escrito por cristinaoliveira às 08h50
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SALA DAS CRUZES

Um homem estava no fim de suas esperanças. Não vendo saída, ele caiu de joelhos e orou. - Senhor, eu não posso prosseguir, minha cruz é muito pesada para eu carregar. Ele respondeu: - Meu filho se você não puder suportar este peso, coloque a sua cruz nesta sala e depois abra aquela porta e pegue a cruz que desejar. O homem se sentiu aliviado e disse: - Obrigado, Senhor. Suspirou mais aliviado e fez o que Deus mandou. Entrou na sala olhou a todas e viu muitas cruzes diferentes. Algumas eram tão grandes que não dava para enxergar seus topos. Ai ele, percebeu uma pequena cruz encostada em uma parede e sussurrou… - Senhor eu quero aquela ali. E Deus respondeu: - Meu filho esta é a cruz que você deixou!… Conclusão: Embora você ache que seus problemas sejam muito grandes, ao comparar com outros verá que o que passa pode ser bem pequeno… Quem está em Cristo não tem motivos para reclamar … apenas GLORIFICA! E lembre-se: tudo contribui para o bem daqueles que amam a Deus…

Escrito por cristinaoliveira às 08h49
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A LIÇÃO DO JACARÉ

Há alguns anos, um menino decidiu ir nadar num lago atrás de sua casa. Na pressa de mergulhar na água fresca, ele foi correndo, deixando para trás os sapatos, as meias e a camisa. Porém, ao cair na água, ele não percebeu que um jacaré estava deixando a margem do lago e indo em sua direção. Sua mãe, em casa, olhava pela janela enquanto os dois estavam cada vez mais perto um do outro. Apavorada, a mulher correu para o lago, gritando para o filho o mais alto que conseguia. - Filho! Filho! cuidado!… volte! saia da água…. rápido! Ao ouvir a voz da mãe, o menino se assustou e começou a nadar na direção dela. Mas já era tarde. Assim que o menino chegou perto da mãe, o jacaré também o alcançou. A mãe agarrou o filho pelos braços enquanto o jacaré o abocanhou pelos pés. O animal era muito mais forte do que a mulher, mas o amor pelo filho, lhe dava forças para não deixá-lo ser levado por aquele bicho perigoso. O desespero de mãe e filho parecia não ter fim, até que, um fazendeiro, que passava por perto, ouviu os gritos, pegou uma arma e matou o jacaré. Após semanas no hospital, como um milagre, o pequeno menino sobreviveu. Seus pés ficaram completamente machucados pelo ataque do animal, e, em seus braços, continuavam também as marcas profundas, onde as unhas da mãe estiveram cravadas enquanto lutava para salvar o filho amado. Um repórter que entrevistou o menino após o trauma, perguntou se ele podia mostrar suas cicatrizes. A criança, inocentemente, mostrou seus pés. O repórter ficou chocado com o que viu. Porém, o menino falou orgulhoso: - Mas olhe em meus braços! Eu tenho também grandes cicatrizes nos meus braços porque minha mãe não deixou o jacaré me levar. LIÇÃO DE VIDA: Se você está passando por momentos difíceis, talvez o que está lhe causando dor seja Deus, cravando-lhe suas unhas, para não lhe deixar ir. Mesmo no meio de muitas lutas, Ele nunca vai abandonar você. E com certeza, vai fazer o que for necessário para não lhe perder, ainda que para isso, seja preciso deixar-lhe algumas cicatrizes.

Escrito por cristinaoliveira às 08h47
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02/05/2012


TRANSFUSÃO DE SANGUE

Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários, foi atingido por um bombardeio. Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado. Era necessário chamar ajuda por uma rádio e a fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local. Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria devido aos traumatismos e a perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como? Após alguns testes rápidos, puderam perceber que ninguém ali possuía o tipo de sangue necessário. Reuniram as crianças e entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar o sangue. Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era um menino chamado Heng. Ele foi preparado as pressas ao lado da menina agonizante e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto. Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico lhe perguntou se estava doendo e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contento as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso mas ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada. Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando algumas coisas, e o rostinho do menino foi se aliviando… minutos depois ele estava novamente tranqüilo. A enfermeira então explicou aos americanos: “Ele pensou que ia morrer, não tinha entendido direito o que vocês disseram e estava achando que ia ter que dar todo o seu sangue para a menina não morrer.” O médico se aproximou dele e com a ajuda da enfermeira perguntou: “Mas se era assim, porque então você se ofereceu a doar seu sangue?” E o menino respondeu simplesmente: “Ela é minha amiga.” Por ser seu amigo, JESUS CRISTO se sacrificou, não ignore esse fato.

Escrito por cristinaoliveira às 11h41
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FERIDAS DA ALMA

Certa vez um caminhoneiro após batalhar muitos anos para comprar seu próprio caminhão consegue fazê-lo, e quando regressou para seu lar em total alegria entrou em disparado para contar a novidade à sua esposa. Na ânsia e alegria da comemoração nem se deu conta que seu filho, ainda uma criança, estava ao lado de fora brincando. Quando o pai se distraiu o menino foi brincar com uma marreta como se fosse mecânico no lindo e caríssimo caminhão de seu pai. O homem ao se deparar com aquela cena tomou a marreta em suas mãos e numa atitude impensada bateu muito nas mãos do menino. A mãe desesperada com muito custo conseguiu retirá-lo das mãos do pai, que logo voltou a si e correu para o hospital com o menino. Após algumas horas de cirurgia o pai já estava bem mais calmo e um tanto quanto arrependido, então o médico fala aos pais que o menino está bem e que eles já podem ir vê-lo. Ao entrar no quarto o menino com seu olhar inocente diz: - Papai! Me desculpe, eu não queria quebrar o seu caminhão… O pai com seu semblante cabisbaixo diz: - Filho, não tem problema, não faz mal… E o menino para surpresa de seu pai mostrou as mãozinhas e diz: - Pai, então devolve meus dedinhos… Moral da história: Muitas das vezes agimos de forma errada e falamos palavras desnecessárias, que ferem o coração, a alma e criando seqüelas seríssimas. Devemos pedir ao Senhor para nos dar mansidão e domínio próprio para tomar qualquer atitude, pois as feridas do passado ou do presente só o Senhor pode curar.

Escrito por cristinaoliveira às 11h38
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SERVIR E CRESCER

Era uma vez um menino que sentiu vontade de ser bem grande e resolveu procurar alguém que pudesse lhe ensinar como fazer para ser grande, importante. Foi andando, andando e, de repente, parou diante de uma árvore enorme e perguntou: - O que você faz para ser tão grande? - Eu dou frutas, flores, sombra, purifico o ar, agasalho as aves e minha madeira é muito útil ao homem. Eu sirvo. O menino continuou sua caminhada, encontrou um grande rio e perguntou: - E você, o que faz para ser grande? - Eu levo barcas, abasteço de água as populações, irrigo as terras e forneço inúmeras espécies de peixe. Eu sirvo. Aquele menino continuava perguntando e prestando atenção às informações e ia crescendo com todas as respostas que ouvia: Da professora – para que a geração jovem aprenda ética, cidadania e tenha educação e instrução. Eu sirvo. Do médico – para que o homem seja saudável na mente e no corpo. Eu sirvo. Do religioso – para construir uma comunidade de irmãos, filhos de Deus, que saibam repartir o pão. Eu sirvo. Do policial rodoviário – na orientação aos motoristas, na disciplina e na segurança do trânsito e na prevenção do acidente. Eu sirvo. Do agricultor – respeitando o meio ambiente e cultivando espécies variadas de alimentos para que ninguém passe fome. Eu sirvo. Do jornalista – para comunicar tudo com clareza e levar informações exatas e atualizadas ao leitor. Eu sirvo. Do coletor de lixo – para que a cidade se mantenha com higiene e limpeza. Eu sirvo. Do urubu – eliminando da superfície da terra todo cadáver não sepultado. Eu sirvo. Da abelha – polinizando as flores e fabricando o gostoso mel. Eu sirvo. Da minhoca – estou sempre caminhando e deixando furos na terra por onde penetra ar e água, que juntamente com meus resíduos aduba o solo. Eu sirvo. E o menino não parou, foi perguntando, perguntando e pensando chegou às conclusões: - Tudo só é grande quando serve; - Tudo só é importante quando é útil; - Tudo só é necessário e essencial quando, de alguma forma, constrói um mundo melhor. Ele entendeu e ficou feliz com o que conheceu. - Quando eu crescer também quero ser grande e vou começar hoje a servir, seja em casa, na escola, na rua, porque para Deus grande é quem serve e quem pensar o contrário, ou está desinformado ou quer desinformar.

Escrito por cristinaoliveira às 11h36
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AMOR E RENÚNCIA…

A conversa informal durante o café da manhã foi mais uma oportunidade de aprendizado para os que ouviam aquela senhora de semblante calmo e cabelos embranquecidos pelas muitas primaveras já vividas. Ela pôs o café e o leite na xícara e alguém lhe ofereceu açúcar. Mas a senhora agradeceu dizendo que não fazia uso de açúcar. Alguém alcançou-lhe rapidamente o adoçante, por pensar que deveria estar cumprindo alguma dieta. Mas ela agradeceu novamente dizendo que tomava apenas café com leite, sem açúcar nem adoçante dietético. Sua atitude causou admiração, pois raras pessoas dispensam o açúcar. Mas ela contou a sua história. Disse que logo depois que se casara havia deixado de usar açúcar. Imediatamente imaginamos que deveria ser para acompanhar o marido que, por certo, não gostava de doce. Mas aquela senhora, que agora lembrava com carinho do marido já falecido há alguns anos, esclareceu que o motivo era outro. Falou de como o seu jovem esposo gostava de açúcar, e falou também da escassez do produto durante a segunda guerra mundial. Disse que por causa do racionamento conseguiam apenas alguns quilos por mês e que mal dava para seu companheiro. Ela, que o amava muito, renunciou ao açúcar para que seu bem amado não ficasse sem. Declarou que depois que a guerra acabou e a situação se normalizou, já não fazia mais questão de adoçar seu café e que havia perdido completamente o hábito do doce. Hoje em dia, talvez uma atitude dessas causasse espanto naqueles que não conseguem analisar o valor e a grandeza de uma renúncia desse porte. Somente quem ama, verdadeiramente, é capaz de um gesto nobre em favor da pessoa amada. Nos dias atuais, em que os casais se separam por questões tão insignificantes, vale a pena lembrar as heroínas e os heróis anônimos que renunciaram ou renunciam a tantas coisas para fazer a felicidade do companheiro ou companheira. Nesses dias em que raros cônjuges abrem mão de uma simples opinião em prol da harmonia do lar, vale lembrar que a vida a dois deve ser um exercício constante de renúncia e abnegação. Não estamos falando de anulação nem de subserviência de um ou de outro, mas simplesmente da necessidade de relevar ou tolerar os defeitos um do outro. Não é preciso chegar ao ponto de abrir mão de algo que se goste por mero capricho ou exigência do cônjuge, mas se pudermos renunciar a algo para que nosso amor seja feliz, essa será uma atitude de grande nobreza de nossa parte. Afinal de contas, o verdadeiro amor é feito de renúncia e abnegação senão não é amor, é egoísmo. Se entre aqueles que optaram por dividir o lar, o leito e o carinho a dois, não existir tolerância, de quem podemos esperar tal virtude? Se você ainda não havia pensado nisso, pense agora. Pense que, quando se opta por viver as experiências do casamento, decide-se por compartilhar uma vida a dois e isso quer dizer, muitas vezes, abrir mão de alguns caprichos em prol da harmonia no lar. Se você só se deu conta disso depois que já havia se casado, lembre-se de que a convivência é uma arte e um desafio que merece ser vivido com toda dedicação e carinho. Pois quando aprendermos a viver em harmonia dentro do lar, estaremos preparados para viver bem em qualquer sociedade.

Escrito por cristinaoliveira às 11h34
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ATRÁS DA MÁSCARA – TRADUÇÃO DE SERGIO BARROS

Quando dois seres de aparência estranha apareceram na porta da sala, Tony, de três anos de idade, rapidamente pulou de onde sentava-se no chão e correu para a cadeira de sua mãe. Um dos recém-chegados, rindo, disse: - Vem cá Tony e fala o que você pensa de nós. – disse uma voz familiar. – Você não gostou da nossa cara? Tony deu uma espiada sem sair do lugar. Ele certamente não gostou do jeito como aquelas pessoas pareciam! Vestiam roupas engraçadas e tinham máscaras nos rostos. Um parecia um velho vagabundo engraçado com bigode grosso, óculos escuros e grandes… O outro usava um vestido longo e muitas “jóias” coloridas e brilhantes. Tinha cabelo loiro longo e usava uma coroa de papel. A mãe riu. - Vocês dois fizeram um bom trabalho ao arranjar estas roupas para a festa à fantasia. – ela disse. – Tirem suas máscaras para que Tony veja quem são vocês. As máscaras, óculos e bigodes foram retirados e Tony viu o próprio irmão Zachary e… Aquilo era sua irmã Megan? Correu para ela e arrancou a peruca loira. - Me conhece agora, não é? Ela perguntou. Logo Tony também tentava usar as máscaras e a peruca e ria de si mesmo em frente ao espelho. - Festas à fantasia são divertidas! Mal posso esperar até sábado! – declarou Megan. – Eu não vou contar nada pra ninguém porque quem conseguir enganar a todos o tempo todo receberá um prêmio. O pai das crianças sorriu. - Fico contente que vocês se divirtam com isto. Ele disse, – Mas não usem suas máscaras no dia-a-dia, tá bom? - Quem faria isso? Perguntou Zachary. - Bem, de certa maneira, muitas pessoas fazem. Seu pai respondeu. – Esses trajes e máscaras me lembram que algumas pessoas continuamente tentam parecer-se com algo que não são. Vão à igreja,  dão dinheiro para a obra e fazem muitas outras “boas ações”. Querem que as outras pessoas pensem que são cristãos mas, na verdade, nunca confiaram em Jesus. É como se usassem uma “máscara”. Por baixo das máscaras eles têm corações duros. Mas, acreditem, na festa à fantasia pode até ser, porém, na vida real ninguém consegue enganar a todos o tempo todo. Pense nisso…

Escrito por cristinaoliveira às 11h33
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UM COPO DE LEITE

Um dia, um rapaz pobre, que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, viu que só lhe restava uma simples moeda de dez centavos e tinha fome. Decidiu que pediria comida na próxima casa. Porém seus nervos o traíram quando uma encantadora mulher jovem lhe abriu a porta. Em vez de comida pediu um copo de água. Ela pensou que o jovem parecia faminto e assim lhe deu um grande copo de leite. Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou: Quanto lhe devo? Não me deves nada – respondeu ela. Minha mãe sempre nos ensinou a nunca aceitar pagamento por uma oferta caridosa. Então, ele agradeceu de todo coração e saiu. Quando Mário saiu daquela casa, não só se sentiu mais forte fisicamente, como sua fé em Deus e nos homens também estava fortalecida. Ele já estava resignado a se render e deixar tudo, os estudos, a carreira… Anos depois essa jovem mulher ficou gravemente doente. Os médicos locais estavam confusos. E finalmente a enviaram a cidade grande, onde chamaram um especialista para estudar sua rara enfermidade. Chamaram o Dr. Mário Alves para examiná-la. Quando o Dr. escutou o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos. Imediatamente subiu ao vestuário, colocou sua bata de médico e  foi ver a paciente. A reconheceu imediatamente. Retornou ao laboratório, determinado a fazer o melhor para salvar aquela vida. À partir daquele dia dedicou atenção especial aquela paciente. Depois de uma demorada luta pela vida da enferma, ganhou a batalha. O Dr. Mário pediu a administração do hospital que lhe enviasse a fatura total dos gastos para aprová-la. Ele a conferiu. Escreveu algo no papel e mandou entregá-la no quarto do paciente. A jovem senhora tinha medo de abri-la, porque sabia que levaria o resto da sua vida para pagar todos os gastos. Mas, finalmente abriu a fatura e algo lhe chamou atenção, pois estava escrito a caneta a seguinte frase: Pago, totalmente, faz muito anos, com um copo de leite. Assinado: Dr. Mário Alves. Lágrimas de alegria correram de seus olhos e seu coração feliz orou assim: Graças a Deus porque Teu amor se manifestou nas mãos e nos corações humanos, amém.

Escrito por cristinaoliveira às 11h30
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A SUA VONTADE OU A DELE? – PAULO BARBOSA

“Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim,  a  tua lei está dentro do meu coração.” (Salmos 40:8)

Um renomado cirurgião neurologista, Dr. Bronson Ray, estava dando um passeio quando viu um menino que havia sofrido um acidente ao chocar-se com seu patinete contra uma árvore tendo machucado seriamente a cabeça. Percebendo que o ferimento era grave, o médico pediu a uma das pessoas que havia se aproximado que chamasse uma ambulância. Enquanto esperava, o médico procurou fazer o que estava ali ao seu alcance... Um outro menino, não muito mais velho do que o que havia se machucado, aproximou-se do Dr. Ray e disse: “seria melhor eu assumir o comando agora, senhor. Eu sou um Escoteiro e eu tenho prática em primeiros socorros.” Muitas vezes nos tornamos  tão ridículos quanto aquele garoto, querendo ocupar o lugar do médico, muito mais qualificado do que ele. Criticamos o trabalho do irmão, julgamo-nos melhores e mais competentes, e não nos damos conta de que foi o Senhor quem o colocou ali porque tinha um propósito e sabia que era a pessoa certa no lugar certo. Apenas a nossa vaidade não podia perceber que Deus escolhe e capacita a quem Ele quer, colocando cada pessoa em um determinado lugar para que tudo saia perfeito e os frutos sejam vistos na hora por Ele determinada. A ânsia por assumir um posto de destaque, em geral, provoca sérios problemas no meio em que vivemos. Quando não conseguimos atingir nosso objetivo, tendemos a criticar e a por defeitos em tudo. Temos também o hábito de não querer cooperar se o trabalho não tiver a nossa liderança e se não seguir os planos que nós traçamos. O que esquecemos é que a obra é de Deus e deve ser realizada conforme os planos dEle. Se o Senhor escolhe o irmão que achamos ser o menos preparado, amém. Cabe a nós apenas dizer: “Senhor, estou aqui para seguir a Sua vontade. Seja quem for o líder, pode contar comigo. Terei grande prazer em me colocar diante de Seu altar e servir de instrumento para que o nome de Jesus seja glorificado.” Procure servir ao Senhor e não a você mesmo.

Escrito por cristinaoliveira às 11h28
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24/04/2012


PARA QUE SERVEM AS AFLIÇÕES

Você está passando por aflições? Sabe o que elas representam? Disse Deus: ’’Eis que te purifiquei, mas não como a prata: provei-te na fornalha da aflição.” ( Isaias 48:10) Saiba que: ”Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas’’. (Salmos 34:19) Como agir nos momentos de aflições? Davi, franzino, servo de Deus, tinha diante dele Golias, um gigante, com armadura e espada. O que fez Davi? Chamou sua mãe? Escondeu-se? Saiu correndo? Desesperou-se? Não! Ele confiou em Deus o tempo todo. Enfrentou o gigante! Davi matou Golias e arrancou sua cabeça.Deus o livrou porque Davi confiou Nele. Moisés se deparou com um mar a sua frente. Faraó atrás perseguindo-o. O que fez Moisés? Mergulhou no rio? Chorou? Reclamou? Desistiu? Entregou-se ao inimigo? Não! Confiou em Deus! Confiou no livramento do Senhor! O mar se abriu e ele passou juntamente com o povo. Faraó e todos de seu exército morreram, não sobrou ninguém. Será que sua confiança em Deus vai até você se deparar com o gigante? Será que sua confiança em Deus vai até você chegar diante do mar? Lembre-se que a palavra de Deus é imutável, tudo o que Ele diz se cumpre! ”Ninguém se susterá diante de ti, todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo, não te deixarei, nem te desampararei.”( Josué 1.5) Confie!

Escrito por cristinaoliveira às 08h52
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